Porque não ir ao Porto, a um seminário sobre construção em madeira, organizado pela OASRN com o apoio do IDT?
Tuesday, February 14, 2006
"Welcome to the suck"
Friday, February 10, 2006
Gostas que te cocem as costas?
Tuesday, February 07, 2006
Sunday, February 05, 2006
Só para ti André
Anda aí um certo blog - que fala de uns bichos que saltam debaixo dos lençóis - que não anda a cumprir com as suas funções...
Tenho saudades!
Será que o rapaz que namora com... se esqueceu de...?
Tenho saudades!
Será que o rapaz que namora com... se esqueceu de...?
Thursday, February 02, 2006
Homenagem ao Henrique
Tuesday, January 31, 2006
Vamos para Marte

O mano Chico deu-me este livro no Natal e eu não fiz referência nenhuma a tão deliciosa oferenda. Cá está ela: referência a tão deliciosa oferenda. Pergunto-me.. estará o mano a sugerir-me qualquer coisa?
Sunday, January 29, 2006
Hoje quando ia para a Foz do Arelho apanhei um nevão na A8!!! A estrada estava coberta de neve, a faixa da direita desapareceu debaixo do manto branco - branco 001 na escala aberta de Neoblanchner. Não tirei nenhuma foto porque se tivesse tirado as mãos dos volante poderia não estar aqui agora. Só à vinda, entalada numa fila interminável, é que consegui tirar esta foto ranhosa com o telemóvel... Mas foi lindo!
Wednesday, January 25, 2006
chocolate
chocolate chocolate chocolate
chocolate chocolate chocolate
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Thursday, January 19, 2006
Friday, January 13, 2006
Bolo de Anos
Un chocolate viene
aquí tengo en la cartera un chocolate.
apretada
le letra de un hombre se ha prendido
al papel que lo envuelve.
un hombre azul me lo envía
lo deja caer desde una nube.
un chocolate viene
desde un vuelo muy alto sin aviso
a mi boca
y en el gusto van entrando sus ojos.
estoy comiendo ojos de chocolate
en mi vestido blanco se prenden las avispas.
ya que volamos juntos dime
dónde está la distancia interminable
mi cuerpo a segundos-propulsión del tuyo
y el amanecer cuajándose en mi bata.
ya toco el otro corazón bajo tu vientre.
en el ruido de un motor donde puede
desprenderse la eternidad estamos presos.
ya estoy muerta por accidente de un amor
en este oscuro hotel aprieto mi tablita de chocolate
para salvarme
(no se pueden amputar los amorcitos todo
es continuable o roto por
las cosas principales que te obligan
a matar a una muchacha
en este pobre hotel de provincia
con los colchones hundidos de tanta humanidad).
las paredes se descascaran la gente se me olvida
y estos momentos que uno tiene
son ásperos
como si nos hubiéramos vaciado
indefensos
sólo un sabor dulce sobre mi ombligo
y no puedo detener los aviones que van a salir
que no son de juguete ya crecieron
y las señales los aeropuertos
siguen depositando tu cuerpo en la realidad
sin que yo pueda nada en contra
boletos fechas viajes que me corrompen
la
de tanta fama que tengo aquí
la fama que no es un número exacto
ni siquiera un chocolate entre los dientes
nadie sabe que en esta habitación tan sola
yo me como la fama
porque no me sirve para dormir
tibia
entre tus muslos.
Reina María Rodríguez
apretada
le letra de un hombre se ha prendido
al papel que lo envuelve.
un hombre azul me lo envía
lo deja caer desde una nube.
un chocolate viene
desde un vuelo muy alto sin aviso
a mi boca
y en el gusto van entrando sus ojos.
estoy comiendo ojos de chocolate
en mi vestido blanco se prenden las avispas.
ya que volamos juntos dime
dónde está la distancia interminable
mi cuerpo a segundos-propulsión del tuyo
y el amanecer cuajándose en mi bata.
ya toco el otro corazón bajo tu vientre.
en el ruido de un motor donde puede
desprenderse la eternidad estamos presos.
ya estoy muerta por accidente de un amor
en este oscuro hotel aprieto mi tablita de chocolate
para salvarme
(no se pueden amputar los amorcitos todo
es continuable o roto por
las cosas principales que te obligan
a matar a una muchacha
en este pobre hotel de provincia
con los colchones hundidos de tanta humanidad).
las paredes se descascaran la gente se me olvida
y estos momentos que uno tiene
son ásperos
como si nos hubiéramos vaciado
indefensos
sólo un sabor dulce sobre mi ombligo
y no puedo detener los aviones que van a salir
que no son de juguete ya crecieron
y las señales los aeropuertos
siguen depositando tu cuerpo en la realidad
sin que yo pueda nada en contra
boletos fechas viajes que me corrompen
la
de tanta fama que tengo aquí
la fama que no es un número exacto
ni siquiera un chocolate entre los dientes
nadie sabe que en esta habitación tan sola
yo me como la fama
porque no me sirve para dormir
tibia
entre tus muslos.
Reina María Rodríguez
O que falta aqui?

É de facto uma pena. Há na cena um equilíbrio cromático tão bem conseguido, tão subtil e simultaneamente doce. Mas não há palavras para descrever a grave lacuna que brinda de forma tão selvagem esta paisagem de mesa de café: onde está o chocolatinho? Não peço muito. Apenas uma pequena bomboca rechoncha, recheada de chocolate cremoso...
Tuesday, January 10, 2006
Que nostalgia
O Natal já passou. Passa sempre.. E há qualquer coisa dentro de mim, uma vozinha, um ruído baixo, um lamento meigo a tentar passar-me uma mensagem. Sinto, de forma discreta mas profunda, que este Natal não comi chocolate suficiente.. Não creio que tenha ingerido uma quantidade digna de época festiva.No próximo Natal vou tentar que seja diferente.
Que tipo de chocolate serei eu...?
| You are White Chocolate |
![]() Whether your girlish ways are an act or not, men like to take care of you. You are an understated beauty, and your power is often underestimated! |
Tuesday, November 29, 2005
À procura do Outono
O Outono instalou-se. A cidade de Lisboa está extraordinariamente linda. Ou então eu já não reparava nela como devia, há muito tempo. A luz amarela que escorrega dengosa pelas fachadas e o manto de folhas douradas que cobre algumas ruas, já me fez alterar o percurso na minha ida para o trabalho (e descobri que é mais rápido e tudo...). Então: pus-me a pesquisar o Outono e descobri um que me pareceu muito interessante. Quem quiser um, tente encontrá-lo em "Grandview Road - Sugar Hill, New Hampshire".
Tuesday, November 22, 2005
Chocolate em Pó
O que sobra depois de um dia frio e cinzento? A massa cinzenta vai-se deslocando no céu, e a luz vai incidindo na cidade de maneiras diferentes. É bom ir de vez em quando à janela, ver em que escala de cinzentos se desenham os prédios à volta, nesse preciso instante. Num dia cinzento escuro só se pode andar na rua se se estiver a ir para fora dela. Para dentro de um café ou de um carro, para casa. Qualquer sítio quente. Ao entardecer, quando o céu começa a ficar densamente escuro, impõe-se um silêncio mental que me convida a apagar da memória todos os fragmentos de passado recente que acumulei ao longo do dia. Há tantas coisas que não interessam para nada... Resumo. Sento-me à janela e olho para o que sobrou do dia cinzento. Tudo se dissolveu em pó... de Chocolate.
Friday, November 11, 2005
Ponto G
O acto de comer chocolate começa pela sedução do olhar, e acho que este Outono, a Godiva se esmerou..Vale a pena visitar o site: www.godiva.com
Outono Quentinho
Chegou o Outono. O frio começa, de mansinho, a enfiar-se onde não deve.. E já podemos passear pelas ruas de Lisboa acompanhados pelo cheirinho das castanhas assadas. Hoje, um primo contou-me duas histórias muito engraçadas. Ai que engraçadas.. Disse-me que não há castanhas melhores do que as que se vendem na rua, e que se dizia em tempos (espero que há muito tempo atrás) que os vendedores as regavam com urina antes de as assarem nas brasas. Ou seja, o seu sabor gostoso dever-se-ia ao "molho improvisado" usado nos preliminares da sua confecção.. E pelos vistos, ainda há mais tempo atrás, quando os leiteiros deixavam o leite à porta das casas, dizia-se que este também não escapava a um tratamento prévio à base do mesmo molho. "Diz que" ficava mais saboroso, mai'rico! Será que as donas de casa não davam pelo odor..? Ou seria algo que todos sabiam mas ninguém comentava? Engole e esquece, não é?
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